GEEEEEENNNNTE!!! E NINGUÉM ME AVISOU QUE ESSE BLOG ESTAVA UM SACO! CREDO!
Bom, eu continuo com a mesma linha de pensamento, mas credo! Como eu ando baixo astral! E isso não tem NADA de mim! Baixo astral não é comigo!
Eu sou toda energética, maluca, prego a teoria do Caos, enquanto aterrorizo a chefe (agora ex), com milhares de teorias sobre 2012 e sobre a morte e pós morte, e Shiva, e transformação....
Ao mesmo tempo, moro no Rio de Janeiro, uma cidade que tinha tudo para ser completamente "astral", e acabo odiando porque energia da "Mãe" em mãos e doses erradas faz mal! O que eu quero dizer é, de tão positivamente energizada, a cidade acabou ganhando uma energia negativa.
Bom, mas voltando a mim e a minha "charmosa" prolixidade (o charmosa ficou SÓ por minha conta MESMO, porque essa, nem Queridão vai engolir!) e famosa (rimouuu!! Foi sem querer!) verborragia, eu sou uma moleca disfarçada num corpo de "Balzaquiana muito bem resolvida, inclusive com a obra de Balzac". Eu quase uso Maria Chiquinha! Eu me recuso a crescer, com veemência feroz, todos os dias! Eu sou boba, infantil, a palhaça!!! Eu PRECISO passar um pouco disso aqui, afinal, fazer rir também é fazer bem!
Então, decido que, no meio do conteúdo dramático e contestador, vou inserir: "As mais engraçadas histórias reais de que já tomei conhecimento". Não vale história de pescador! Eu só vou colocar o que me contaram! É óóóóbvio que eu vou dividir muito pouco das minhas histórias, porque, afinal, diversão, para nós, pequenos de alma, é ver o errado acontecendo com o outro!
Começando pela campeã de audiência, em minha opinião, contada por uma amiga da Crisoca, que era amiga da protagonista, que eu vou chamar aqui de Grazi e o marido, Gustavo.
Grazi e Gustavo eram um feliz casal recém casado, quando Gustavo, por força do cruel sistema, ficou desempregado.
Desempregado é aquela beleza! Você trabalha mais que a casa inteira, mas TODAS as obrigações são suas, porque você tem tempo! Mamãe gosta de dizer que passa a se chamar "Jaqui", porque "já que você não trabalha, leva esse papel aqui lá na pqp à direita, para mim, poooor favor?".
Ops, voltando à história: Gustavo desempregado e o sifão da pia da cozinha apresenta um vazamento! Pra começar, sifão é serviço de menino mesmo, então, Grazi tinha TODA a razão para chegar em casa, sei lá quantos dias de vazamento depois, e dar um chilique, diante do cansaço do trabalho dela e da falta de providências dele, em relação ao assunto.
Enfática, Grazi resolve impor, de uma vez: "Gus-ta-vo! Olha aqui, Gustavo! Ai! Eu não sei, não, viu! Eu não sei mais o que eu faço com você! Olha aqui, Gustavo, eu tomarei um loooonnnngo banho e, quando eu sair do banho, eu só vou querer te ver, se for de providência tomada em relação a essa pia! Eu não estou dizendo que é para VOCÊ consertar, mas, se não sabe consertar, chame quem o faça! MAs FAÇA alguma coisa!"
Foi!
Voltou, uma hora depois, vestindo um robezinho, toda cheia de óleos aromatizados e produtos hidratantes e cheirosos pela pele, quando se depara com um traseiro masculino virado para a porta, em sua cozinha, e o resto do homem lá, arrumando o sifão!
Empolgadíssima, porque mulher ADORA dar uma ORDEM e adora mais ainda se é imediatamente cumprida, ela logo se encheu de amor para dar e chegou sorrateira, por trás dele, carinhosíssima, debruçou-se sobre aquele corpo sob a pia, deu aquela pegada no material auxiliar dependurado do rapaz e perguntou, quase miando: "De quem é esse saquinho lindo?"...
E vira-se o porteiro, do prédio: " É meu!"
"Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh!!!! Aaaaaaaaaaaahhhh!! Aaaannhh! Ahh! Gustaaaaaavoo!"
Gustavo? Quase fez xixi na calça de rir. Estava no sofá, assistindo à mulher pagar o mico do século, de camarote!
Tá, a mulher foi chiliquenta, ok! MAs tem marido que, às vezes, merece ser cozido, viu!!!
Quem me conhece, tem certeza absoluta que essa história não é minha por três motivos muito básicos:
- Eu não tenho certeza de que o meu marido saiba o que é um sifão e onde ele costuma apresentar vazamentos;
- Nenhum adulto, à exceção do cachorro, cabe entre o sifão e a geladeira, de quatro; e, por último , mas nada menos importante,
- Eu conheço a bunda do meu marido!
Beijo,
Kay Gump